História

O Sindicato dos Professores de Campinas - SINPRO, foi fundado em 15 de maio de 1941. O grupo de professores engajados na luta por melhores condições de trabalho e de salários, pela educação pública e gratuita, por uma sociedade justa e democrática, nesse período, vivia-se uma ditadura, O Estado Novo, com Getúlio Vargas a frete.

Abrange a categoria de professores da rede privada de ensino de educação infantil, ensino fundamental e médio, cursos livres e ensino superior.

O SINPRO se filiou à Central Única dos Trabalhadores - CUT (a partir de 1990), desfiliou-se em dezembro deste ano para fundar e filiar-se à Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Federação dos Professores do Estado de São Paulo - FEPESP (a partir de 1988) e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino - CONTEE (a partir de 1991).

Em 15 de outubro de 1978 foi fundada a Associação dos Professores da Puccamp - APROPUCC.

A base territorial do SINPRO - Campinas, Americana, Amparo, Araras, Limeira, Mogi Mirim, Piracicaba e Santa Bárbara D'Oeste.

Em 1992 realizou-se o 1º Congresso, em 1995 o 2º, em 1998 o 3º, em 2001 o 4º, em 2005 o 5º Congresso, o 6º Congresso do Sinpro está previsto para  o segundo semestre de 2008. 

O Sindicato serve para defender os interesses dos trabalhadores e organizá-los para a luta coletiva em defesa de seus direitos e necessidades.

O Sindicato funciona com uma diretoria eleita a cada três anos, escolhida a partir de um programa de trabalho.

O Sindicato se divide em frentes de trabalho, tendo como finalidade uma melhor organização e maior agilidade nos encaminhamentos são eles:

Imprensa e Comunicação

Assistência, Saúde e Lazer

Jurídico

Formação Sindical

Trabalho de Base

Educação

Previdência

Assuntos Intersindicais

Assuntos Parlamentares

Cultura

Fontes de manutenção do Sindicato:

mensalidade paga pelos associados

contribuição assistencial

contribuição sindical - devolvida aos sindicalizados

Em 1978 pela primeira vez na história do SINPRO, duas chapas concorreram às eleições para a diretoria do órgão representativo da classe, na qual a chapa de oposição foi derrotada, mas cumpriu um papel importante no sentido de dinamizar o sindicato.

O programa da chapa de oposição destacava a luta pela liberdade sindical, pela maior representatividade dos sindicatos, pela unificação da luta dos professores, por melhores salários e condições de trabalho. O impedimento das demissões arbitrárias, o aumento considerável do número de sindicalizados e a maior participação dos professores no SINPRO  também se constituíam em bandeiras importantes da chapa de oposição.

A derrota nas eleições não esmoreceu o Movimento de Oposição à diretoria do SINPRO. Ao contrário, a perseverança , a disciplina, a necessidade de organizar e mobilizar a categoria estavam presentes.

Em maio de 1981 a chapa de oposição venceu, novas perspectivas se abriram para o movimento docente. Sucessivas greves ocorreram, desde o final dos anos 70 até hoje é sempre utilizada como último recurso, quando as negociações se mostram infrutíferas.