Assembleia decidiu pela continuidade da mobilização

A pressão exercida pelos professores e professoras da Unimep, somada à notificação feita pelo Sinpro Campinas e Região de que seria decretada greve, caso os salários não fossem pagos no quinto dia útil, surtiu efeito. Depois de meses de sucessivos atrasos a Unimep creditou o pagamento dos docentes antes do final do expediente bancário.

A assembleia convocada pelo Sinpro Campinas, exclusivamente para definir a greve caso não houvesse pagamento, foi aberta e encerrada com a leitura do edital de convocação.  Na sequência, em uma assembleia extraordinária, os professores definiram a importância de se manterem mobilizados.

Nos próximos dias será elaborada uma carta pelo Sinpro Campinas e Adunimep para ser distribuída aos estudantes, explicando que as notas não serão entregues até o dia 28 de junho, como forma de garantir que a Unimep faça o pagamento das férias e abono de 1/3, de acordo com o que prevê a CLT e a Convenção Coletiva de Trabalho, ou seja, 48 horas antes do início das férias, que começam dia 30 de junho.

Para os professores, os estudantes precisam conhecer a postura de desrespeito com que a Instituição vem tratando os docentes, atrasando salários e tomando medidas que desrespeitam a autonomia universitária.  A decisão de não entregar as notas até o dia em que as férias devem ser pagas é parte da mobilização dos docentes.

No dia 28 de junho, às 19:30,  será realizada outra assembleia onde se debaterá o rumo do movimento,  caso a Unimep não efetue o pagamento das férias e abono de 1/3.

Denúncia

Adunimep e Sinpro Campinas divulgarão um documento conjunto que será encaminhado ao MEC e ao Ministério Público do Trabalho, relativo às irregularidades e ações da Instituição, que ferem a autonomia universitária e caminham para a destruição do projeto institucional, construído pelos diferentes segmentos da Universidade.

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