História

O Sindicato dos Professores de Campinas – SINPRO, foi fundado em 15 de maio de 1941. Abrange a categoria de professores da rede privada de ensino de educação infantil, ensino fundamental e médio, cursos livres e ensino superior.
A base territorial do SINPRO – Campinas, Americana, Amparo, Araras, Limeira, Mogi Mirim, Piracicaba e Santa Bárbara D’Oeste.
Em 1992, realizou-se o 1º Congresso do Sinpro, em 1995, o 2º, em 1998, o 3º, em 2001, o 4º, em 2005, o 5º Congresso, em 2008, o 6º, em 2014, o 7º.
O 8º Congresso do Sinpro está previsto para 2017.
O Sindicato existe para defender os interesses dos trabalhadores e organizá-los para a luta coletiva em defesa de seus direitos e necessidades.

O Sindicato funciona com uma diretoria eleita a cada três anos, escolhida a partir de um programa de trabalho.
O Sindicato se divide em frentes de trabalho, tendo como finalidade uma melhor organização e maior agilidade nos encaminhamentos.

São elas:
Imprensa e Comunicação
Assistência, Saúde e Lazer
Jurídico
Formação Sindical
Trabalho de Base
Educação
Previdência
Assuntos Intersindicais
Assuntos Parlamentares
Cultura
Fontes de manutenção do Sindicato:
mensalidade paga pelos associados
contribuição assistencial
contribuição sindical – devolvida anualmente aos sindicalizados (os 60% que cabem ao Sinpro)

História
O SINPRO foi fundado em 15 de maio de 1941, quando um grupo de professores de Campinas e de outras cidades da região decidiu fundar o Sindicato para defender os direitos da categoria.
Em 15 de outubro de 1978 foi fundada a Associação dos Professores da PUC – APROPUCC, sendo um dos principais passos para se desenvolver um movimento mais amplo capaz de assumir a direção do Sindicato. Naquele ano, pela primeira vez na história do SINPRO, duas chapas concorreram às eleições para a diretoria do órgão representativo da categoria, na qual a chapa de oposição foi derrotada, mas cumpriu um papel importante no sentido de dinamizar o sindicato.
O programa da chapa de oposição destacava a luta pela liberdade sindical, pela maior representatividade dos sindicatos, pela unificação da luta dos professores, por melhores salários e condições de trabalho. O impedimento das demissões arbitrárias, o aumento considerável do número de sindicalizados e a maior participação dos professores no SINPRO também se constituíam em bandeiras importantes da chapa de oposição.
A derrota nas eleições não esmoreceu o Movimento de Oposição à diretoria do SINPRO. Ao contrário, a perseverança, a disciplina, a necessidade de organizar e mobilizar a categoria estavam presentes.
Em maio de 1981 a chapa de oposição venceu e novas perspectivas se abriram para o movimento docente. Sucessivas greves ocorreram, desde o início dos anos 80, uma estratégia até hoje sempre utilizada como último recurso, quando as negociações se mostram infrutíferas.

A partir de 1981 o Sinpro mudou seu rumo e partiu para o desafio de construir um sindicato classista, democrático e aberto à participação da categoria. “O nosso objetivo era construir um verdadeiro instrumento de luta, para conquistar e fazer valer direitos, para contribuir na conquista do ensino público e gratuito para todos, para participar da transformação do nosso país numa nação soberana, justa e democrática”, lembrou Augusto Petta, um dos responsáveis pela nova direção dada à entidade nos últimos 30 anos.

Depois de 1981, dez gestões se sucederam desenvolvendo ações positivas:

– Novas cláusulas nas Convenções Coletivas valorizam o trabalho do professor.
– Inúmeros processos vitoriosos contra as mantenedoras das escolas exigiram o cumprimento dados direitos da categoria
– Realização de várias greves em defesa dos direitos dos professores
– Trabalho contínuo em conjunto com a Apropucc em defesa dos trabalhadores da Puc-Campinas
– Participação, em todos os momentos de maior significado, na luta pela Educação Pública, gratuita e de boa qualidade para todos, assim como na luta pela regulamentação do ensino privado.
– Participação em todos os momentos de grande mobilização nacional, como nas Diretas Já, na convocação da Assembléia Constituinte, no Fora Collor, nas eleições municipais, estaduais e nacionais.
– Contribuição decisiva na fundação da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp) (1988) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE) (a partir de 1991).
Filiação á Central Única dos Trabalhadores (CUT) em 1990
Filiação à Central das Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB) em 2007.

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