Professores de Campinas e das cidades da base territorial representada pelo Sinpro Campinas e Região decidiram em assembleia nesta segunda-feira, dia 17, participar da Greve Geral convocada para o dia 28 de abril, em protesto contra as propostas de reforma da Previdência e Trabalhista em tramitação na Câmara dos Deputados.

Agora a diretoria do Sinpro deverá enviar um comunicado às instituições de Educação Básica e Superior, além do Sesi, Senai e Senac, para informar a adesão de todos ao dia de paralisação. O Sinpro Campinas produziu uma série de materiais que podem embasar as discussões com os estudantes e com os colegas na Sala dos Professores. Também a sede e Subsedes do Sindicato estão preparadas para prestar as informações e fornecer os subsídios necessários à organização do dia 28 de abril.

Não cabe aos professores comunicar a escola, os estudantes e pais sobre a decisão de aderir à paralisação. Esse papel é do Sinpro e de cada instituição.

O que cada professor, professora, pode e deve fazer é informar à escola sobre a decisão de aderir à paralisação do dia 28, para que a instituição tenha ciência e se programe.  O desconto da falta injustificada ou a reposição da aula deverá ser uma decisão de cada escola.

O importante é darmos um claro recado nas ruas. Não vamos aceitar nenhuma reforma que desmonte a previdência e a aposentadoria do povo brasileiro, nem vamos admitir a desconstrução da CTL, num deliberado ataque aos direitos dos trabalhadores, conquistados com muita luta ao longo de décadas.

O Governo Temer, os deputados federais e senadores precisam desta reação da sociedade nas ruas para que suas intenções golpistas e de ataques ao povo e à classe trabalhadora sejam barradas.

Comunicado

Os Sindicatos que integram a Fepesp comunicaram nesta segunda-feira, dia 17, ao sindicato das mantenedoras (Semesp) a decisão de indicar aos professores, auxiliares e técnicos de ensino da Educação Superior sua participação na greve geral no dia 28 de abril. A data foi determinada como dia de paralisação nacional contra as reformas em gestação no Congresso Nacional, pela rejeição da Reforma da Previdência e contra as reformas trabalhistas.

Deliberada no último Conselho de Entidades Sindicais no dia 11 de abril, que contou com a presença de representantes de diversas centrais, como a CUT, a CTB, a Conlutas e a Intersindical, a decisão indica a união de professores ao dia de paralisação nacional contra a diminuição de direitos de quem trabalha.

Além de afetarem todos os profissionais de educação, com a extinção na prática da legislação trabalhista e uma aposentadoria inacessível, as reformas propõem violentas mudanças nas relações de trabalho e criam um cenário instável paras as futuras gerações.

A Fepesp solicitou que o Semesp comunique a decisão às instituições de Educação Superior.

Faça parte! Faça a sua parte! #28EUPARO

Fonte: Fepesp/com informações do Sinpro Campinas e Região                     

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *